sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

As Aventuras da Liga da Justiça: Armadilha do Tempo



 Desenho novo com jeitão das antigas.


 E aí negada, beleza? Vi muita gente comentando sobre o lançamento do desenho Justice League: War (Liga da Justiça: Guerra), baseado na "obra" dos principais executivos criadores da DC no momento: Geoff Johns e Jim Lee. Mas como eu não achei a história em quadrinhos grande coisa, resolvi dar uma conferida em outro desenho, lançado sem muito alarde, quase simultâneo com o já citado War.


JLA Adventures: Trapped in Time. 2014.
Se eu tivesse traduzido seria
Liga da Justiça: Trepada no Tempo.

 A história já começa com um tradicional confronto entre a Liga da Justiça e a Legião do Mal. A formação da Liga conta com Superman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Flash, Batman, Robin e Cyborg. Isso mesmo: Cyborg. Não adianta chorar, velhos fãs dos Titãs, o cara chegou na Liga para ficar.
Pois bem, Renato Russo Lex Luthor e a Legião Urbana do Mal estão tentando pôr em prática mais um plano infalível para eliminar a Liga da Justiça e dominar o mundo, mas logo são derrotados e Lex é dado como morto.


A Legião Dumaaal: Mulher-Leopardo, Gorila Grodd, Lex Luthor, Solomon Grundy e Arraia Negra.
Bizarro, Capitão Frio e Homem dos Brinquedos também estão no desenho.

 Corta para 1000 anos no futuro. Os aborrecentes Vésper e Karatê Kid, estagiários da Legião dos Super-Heróis, estão vagabundeando em uma espécie de museu e descobrem que Lex Luthor não morreu (ah, vá!). Acontece que o careca estava congelado e sendo exposto para as gerações futuras, como uma lembrança que "o crime não compensa".
 Como não podia deixar de ser, os pirralhos fazem merda e libertam Luthor. Não demora muito e Lex consegue uma maneira de voltar ao passado. E o pior: com informações importantes sobre a origem e a identidade do Superman! EITAAAAA!!!
Assistam para saber o resto.


O Senhor do Tempo: esse cara faz Lex voltar ao passado. Eu prefiro um Delorean.

 A animação mantém a conhecida qualidade dos desenhos da DC. Pelo menos nisso os caras acertam. A caracterização e o traço dos personagens, apesar de um pouco mais infantil, me agradaram bem mais do que outras produções recentes, como Superman: Unbound, por exemplo.
Assisti dublado e não tenho ressalvas quanto a isso. Sempre gostei da dublagem brasileira nos desenhos da Liga e fiquei feliz em ouvir vozes conhecidas. Tem até o Márcio Seixas! Pensei que ele não dublava mais o Batman. 


"Batendo umazinha, né? Safado!"

 É evidente que a história é uma homenagem ao desenho Superamigos, mas com elementos da fase atual dos personagens nos Novos 52, principalmente alguns uniformes. Serei sincero e digo logo que a história é bem bobinha em algumas partes. Também não gostei do destaque dado para a tal Vésper e para o Karatê Kid. Deve ter sido uma tentativa de aproximação com a garotada, enfim...
 Mas se vocês estão de saco cheio das versões dark e modafoca dos heróis que estamos vendo atualmente, vão se divertir, assim como eu. Ouso dizer que as crianças também vão gostar, a menos que vocês estejam criando pequenos psicopatas.


Dá um desconto. É só um desenho...

É isso aí, meus chuchus, o desenho vale a pena. Mas querem saber o que vale mais? Ela: a adorada, necessária e absoluta... REGRA 13!!!!!!!!!


Denise "Maravilha" Milani.
 
A rodadinha clássica, com Alexandra Rodriguez.

 
Wonder Ebony. Não sei quem é mas adoraria descobrir.

 
Não podia faltar a Regra 13 pras meninas. 
Me agradeçam nos comentários.
 

 Devido o desaparecimento do Espetacular Nik, não teremos podcast (novidade...). Então deliciem-se com a minha participação no Podcast HQFan, lá no HQFan, é claro.

http://hqfanbeta.blogspot.com.br/2014/02/podcast-hqfan-43-american-pie.html

 Até nunca mais.

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